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HIDRATADO ou ANIDRO REDUZ EMISSÃO DE CO2 |
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Energia renovável
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As vantagens do álcool são reconhecidas, seja quando empregado isoladamente, sob a forma de álcool hidratado, seja quando misturado à gasolina, como álcool anidro, no caso da utilização no Brasil. Nos dois casos reduz a emissão de monóxido de carbono e dispensa o emprego do chumbo tetraetila como aditivo, metal tão antigo quanto poluente e tóxico.
Graças ao álcool, o Brasil não contribuiu para o aumento do efeito estufa e foi o primeiro país do mundo a se livrar do chumbo tetraetila.
A mais surpreendente contribuição no aspecto ambiental, entretanto, aparece no saldo final positivo resultante do processo de produção de álcool. A ação do cultivo de cana-de-açúcar chega a absorver o equivalente a quase um quinto da emissão total de carbono resultante da queima de combustíveis fósseis no Brasil, o que significa uma redução de 39 milhões de toneladas de CO2, por ano.
A poluição provocada pelas destilarias diminuiu drasticamente desde que se passou a aproveitar o bagaço da cana como combustível e o vinhoto e a torta de filtro como fertilizantes, passando os dois últimos da categoria de resíduos a de valiosos insumos.
O maior diferencial ambiental do álcool está na origem renovável. É extraído da biomassa da cana-de-açúcar, com reconhecido potencial para seqüestrar carbono da atmosfera, o que lhe confere grande importância no combate global às substâncias que provocam o efeito estufa.
Hoje, no Brasil, há determinação legal no sentido de que toda a gasolina brasileira contenha de 20% a 24% de álcool anidro , com variação de 1% para mais ou para menos.
O Brasil desenvolveu uma infra-estrutura especial de distribui-
cão do combustível e possui uma rede de mais de 25 mil postos, com bombas de álcool hidratado, para abastecer cerca de três milhões de veículos, 20% da frota nacional.
Fontes: www.unica.com.br e www.procana.com
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